Projeto de Extensão Educação Ambiental – Catálogo de atividades

18/12/2020 15:59

Os membros do projeto de extensão “Educação Ambiental – refletindo sobre a criança e natureza na Educação Infantil” elaboraram um catálogo, onde buscam apresentar algumas das práticas educativas desenvolvidas por meio das atividades realizadas com e pelas crianças, articuladas aos projetos de ensino dos professores do NDI. As atividades são apresentadas com seus objetivos, metodologias, materiais, fotos e diversas ideias.

As proposições são pautadas na perspectiva histórico-cultural (tendo como partida a relação do homem com a natureza) e se materializam em conhecimentos que buscam contribuir para a construção da responsabilidade socioambiental e à emancipação humana. O projeto tem como principais objetivos: o foco nos processos de preservação da natureza, o desenvolvimento sustentável e, simultaneamente, uma educação estética e crítica em relação ao meio ambiente.

Este catálogo foi elaborado no sentido de contribuir na formação inicial e continuada de professores da rede pública de ensino, ampliando as discussões e possibilidades do trabalho pedagógico com foco na Educação Ambiental na Educação Infantil.

Para visualizar o catálogo completo de atividades, clique aqui.

Projeto de Extensão – Infância e Literatura – O rinoceronte que queria voar

10/12/2020 12:07

Dando prosseguimento à apresentação das memórias dos Piqueniques Literários realizados desde 2014, por iniciativa do Projeto de Extensão Infância e Literatura: experiência estética e formação de pequenos leitores, apresentamos a resenha e vídeo referentes à história “O rinoceronte que queria voar”, de Nadia Adina Rose.

A história “O rinoceronte que queria voar” apresenta, de forma poética, o desejo inusitado de alguns animais: uma tartaruga míope que queria ver mais longe; uma iguana, que desejava ver a neve; um pássaro, que sonhou em mergulhar no mar; uma coruja, que sonhava em ver o sol; e um rinoceronte, que queria voar. Ao realizarem seus sonhos, viveram novos movimentos e sensações, mostrando que é possível pensarmos além dos nossos limites, e sermos protagonistas da nossa própria história. A autora fala de si, como uma criança que queria pintar a própria história. Assim, convida o leitor a se inserir na narrativa e sonhar! A autora russa Nadia Adina Rose é artista, ilustradora e professora de artes, e é também ilustradora da narrativa. Ela constrói os desenhos com papel machê e colagem, que imprimem movimento e realidade a cada página.

Livro: O rinoceronte que queria voar;

Escritora e Ilustradora: Nadia Adina Rose;

Tradução: Cristiana Negrão;

Editora: DSOP, 2012;

Autoria da resenha: Juliete Schneider.

Projeto de Extensão – Apotheke na Escola – Têmpera com ovo

04/12/2020 15:48

O projeto de extensão Apotheke na Escola, apresenta sua última publicação. Todas as publicações anteriores poderão ser encontradas aqui. O projeto busca em seus encontros do grupo de estudos estabelecer vínculos efetivos das teorias com as práticas pedagógicas. Para tanto, criou-se uma rede de trocas e partilhas, tanto das metodologias de Ensino das Artes Visuais, quanto de possibilidades de experimentação de práticas e fazeres cotidianos.

Desta forma, o grupo compartilha uma receita de têmpera que pode ser feita com materiais de uso culinário e que possibilita o uso ampliado por diferentes faixas etárias.

Projeto de Extensão – Apotheke na Escola – Tinta com grude de farinha

26/11/2020 17:41

O projeto de extensão Apotheke na Escola, que foi apresentado em publicação da semana anterior, a qual pode ser lida aqui, tem seus objetivos voltados para a formação continuada. Em seus encontros do grupo de estudos, busca-se estabelecer vínculos efetivos das teorias com as práticas pedagógicas. Para tanto, criou-se uma rede de trocas e partilhas, tanto das metodologias de Ensino das Artes Visuais, quanto de possibilidades de experimentação de práticas e fazeres cotidianos.

Desta forma, o grupo compartilha uma receita de tinta que pode ser feita com materiais de uso culinário e que possibilita o uso ampliado por diferentes faixas etárias.

Seguimos à disposição através do e-mail: copex.ndi@contato.ufsc.br

Projeto de Extensão “NDI Comunidade” – Roda de conversa entre servidores da UFSC

26/11/2020 09:43

No dia 21 de outubro de 2020 uma roda de conversa reuniu servidores que possuem filhos em idade escolar, cadastrados previamente no Painel do Grupo de Risco da da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A ação foi requerida pela Divisão de Serviço Social – Atenção ao Servidor (DiSS), da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodegesp), e contou com a parceria do Núcleo de Desenvolvimento Infantil (NDI).

A ação foi conduzida pelas professoras Juliana da Silva Euzébio, coordenadora do Projeto de Extensão “NDI Comunidade”, e Thaisa Neiverth, vice-diretora do NDI. Cerca de 28 servidores participaram da iniciativa por meio de plataforma online de conferência. A ideia principal foi orientar pais e mães no sentido de que o mais importante nesse momento é cuidar de si, do outro e manter o equilíbrio. Além disso, foram apresentadas sugestões de intervenções possíveis para bebês e crianças em idade pré-escolar e assim poder compreender as funções específicas ocupadas pela escola e as possibilidades de desenvolvimento dos filhos em casa.

Na ocasião foram abordadas questões acerca do desenvolvimento infantil em tempos de distanciamento social, a partir das demandas expressadas por um grupo significativo de servidores acompanhados pela DiSS relacionadas a dificuldades na conciliação do trabalho remoto e os cuidados com os filhos. A atividade oportunizou o compartilhamento de experiências neste momento tão desafiador para a comunidade universitária.

“A partir da solicitação recebida pela Divisão de Serviço Social, buscando uma formação para as famílias que as orientassem nesse momento de pandemia de Covid-19, nós nos organizamos para atendê-los da melhor forma, e essa roda de conversa buscou contribuir nesse momento excepcional, apresentando às famílias mediações possíveis de serem realizadas em casa com vistas ao desenvolvimento integral das crianças”, reforçou a professora Juliana.

“Neste período de quarentena todos estamos tentando proporcionar aos nossos filhos condições de desenvolvimento e aprendizagem apropriadas em equilíbrio com as nossas funções sociais”, acrescentou a professora Thaisa que, além de atuar na educação infantil e na gestão do Núcleo, é mãe de duas meninas de 4 e 7 anos. A docente explicou que, na perspectiva do NDI, a criança é compreendida “como um ser social que aprende a partir de sua interação com os outros e com o meio em que está inserida”. Salientou que nesse momento em que a convivência está restrita, devemos fazer escolhas, entre elas:

  • saber que o espaço doméstico não poderá cumprir a função social da escola, mesmo que com alguma rotina de cumprimento de tarefas ou atividades;
  • ter clareza de que os pais que já ocupavam um papel de destaque na mediação, serão por vezes os únicos interlocutores das crianças;
  • estabelecer rotinas equilibradas e prioridades;
  • compreender a necessidade de flexibilizar expectativas; e principalmente,
  • entender como a criança aprende e quais são suas principais necessidades.

Abaixo, algumas prioridades de acordo com a faixa etária:

Crianças de 0 a 3 anos

  • Estimulem atividades do interesse das crianças com livros, filmes, brinquedos…
  • Estimular a comunicação da criança com o meio em que está inserida;
  • Apresentar o mundo aos bebês;
  • Auxiliar a criança a compreender a ação dos objetos tendo a linguagem oral como campo mediador;
  • Proporcionar as crianças ambientes estimulantes e seguros;
  • Proporcionar condições favoráveis e seguras que oportunizem as crianças se movimentarem livremente.

Crianças de 4 a 6 anos

  • Possibilitar o desenvolvimento mais acurado da consciência de si e de seu entorno;
  • Proporcionar níveis mais avançados de sociabilidade;
  • Propiciar a formação da conduta arbitrada;
  • Estimular o desenvolvimento mais acentuado das instâncias morais e éticas de seus comportamentos;
  • Estimular a consciência mais acurada dos sentimentos;
  • Contribuir para a transição gradativa do pensamento empírico concreto para formas mais abstratas de pensamento;
  • Possibilitar o desenvolvimento de formas mais lógicas de raciocínio;
  • Promover condições para o desenvolvimento sistêmico da percepção, o pensamento, a linguagem e memória;
  • Criar situações para o estabelecimento de relações de causa e efeito;
  • Instigar a capacidade para análises, sínteses e generalizações primárias;
  • Sistematizar situações que viabilizem a aquisição de habilidades mais complexas, tais como a exemplo da leitura, escrita e a contagem.


E os pais, o que podem fazer?

Saibam que terão de lidar com o medo das crianças, para isso filtrem informações, falem a verdade e conversem com seus filhos

  • Primeiro cuidem-se, as crianças sentem e percebem tudo que se passa ao redor delas;
  • Expliquem para a criança o que é a Covid-19, considerando a capacidade delas de compreensão;
  • Expliquem de maneira lúdica as regras de higiene e etiqueta respiratória;
  • Procurem estratégias para relaxarem, pois isso diminui a ansiedade e nos ajudam a ter um dia a dia mais agradável;
  • Saibam que terão de lidar com o medo das crianças, para isso filtrem informações, falem a verdade e conversem com seus filhos. Uma boa dica é tentar materializar os medos, por exemplo, desenhar um coronavírus e jogá-lo fora;
  • Deem a crianças liberdade para brincarem sozinhas;
  • Tentem estabelecer rotinas, diferenciem atividades de dia, da noite, escolares e livres. Contem com a ajuda e considerem o desejo das crianças, quando possível;
  • Brinquem com as crianças, as conversas estimulantes e a partilha de momentos significativos ampliam o repertório dos pequenos;
  • Envolvam as crianças nas decisões e tarefas que elas possam cumprir;
  • Estimulem atividades do interesse das crianças, livros, filmes, brinquedos;
  • Estimulem a criatividade e imaginação dos seus filhos;
  • Criem estratégias para socialização das crianças, de maneira segura;
  • Se precisarem… peçam ajuda!

Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas no site https://ndicomunidade.paginas.ufsc.br/.

A partir de: https://noticias.ufsc.br/2020/11/servidores-dividem-experiencias-sobre-trabalho-remoto-e-cuidados-com-as-criancas/

 

Projetos de Extensão do NDI – Apotheke na Escola.

19/11/2020 17:36

Prezada comunidade,

Dando continuidade à apresentação dos projetos de extensão em execução no NDI, durante o mês de novembro, publicaremos, semanalmente, material produzido pelo projeto: “Apotheke na Escola – uma relação entre ensino das Artes Visuais, escola, espaço e tempo“.

Iniciaremos essa divulgação contando um pouco sobre o que faz o projeto de extensão.

O Projeto de Extensão Apotheke na Escola – uma relação entre ensino das Artes Visuais, escola, espaço e tempo, caracteriza-se por uma parceria entre o Núcleo de Desenvolvimento Infantil/NDI, da Universidade Federal de Santa Catarina/UFSC e o Programa de Pós Graduação em Artes Visuais/PPGAV, da Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC. Sua organização primeira, parte de um Programa de Extensão mais amplo, vinculado ao mesmo Programa de Pós Graduação já referido. Esta parceria entre as duas universidades citadas, organiza-se em torno de um Grupo de Estudos ofertado como formação continuada para professores e professoras de escolas públicas (preferencialmente) de todo o país. Vinculando-se, desta forma, a uma contribuição entre teoria e prática nas áreas de Artes Visuais, Educação e Infância. Ao todo, são 44 participantes de diversas regiões do país. As ações de estudo do Projeto de Extensão Apotheke na Escola – uma relação entre ensino das Artes Visuais, escola, espaço e tempo, se organizam para o aprofundamento teórico, conceitual, metodológico e prático, no âmbito das experiências educativas em Artes Visuais na Educação, tomando como referencial principal, os conceitos sobre experiência do filósofo John Dewey.

O projeto é coordenado pela Profª. Drª. Angélica D’avila Tasquetto do NDI/UFSC, em parceria com as Profas. Drª. Jociele Lampert de Oliveira/CEART/UDESC e Profª. Mª. Luciana Finco Mendonça/CEART/UDESC.

Maiores informações estão disponíveis no documento em anexo, aqui.

Projeto de extensão – Educação Ambiental no NDI – “Você sabia?”

01/10/2020 13:55

O projeto de extensão em Educação Ambiental do NDI traz, nesta publicação, informações relevantes sobre o uso de materiais no nosso dia a dia.

Você sabia? Bucha Vegetal

A esponja sintética é um item comum na cozinha dos brasileiros. Mais de 90% das esponjas utilizadas são enviadas direto para o aterro sanitário, no lixo comum. Em sua degradação esse tipo de material fragmenta-se até atingir tamanhos microscópicos. Essas partículas plásticas não se degradam no ambiente e o sistema de tratamento de água não consegue filtrá-las. Já a bucha vegetal (Luffa aegyptiaca), fruto de uma trepadeira da família das curcubitáceas (abóbora, melancia, pepino e cabaças pertencem à essa família) é uma alternativa mais sustentável e econômica, 100% biodegradável, podendo, inclusive, ser compostada.

A esponja comum de cozinha tem o seu descarte aconselhado entre sete a quinze dias de uso e, ironicamente, este item tão utilizado para manter a limpeza é um dos mais sujos da sua cozinha, abrigando milhões de bactérias. A bucha vegetal apresenta menor contaminação bacteriana; não risca a louça; podendo ser usada por até dois meses. Com maior durabilidade e menor impacto ambiental, pode representar ainda uma boa economia para quem tem espaço para cultivá-la em casa, ou então, fortalecer a agricultura familiar adquirindo-as em feiras.

Durante o período de uso da bucha vegetal é importante mantê-la higienizada. Você pode fazer isso deixando-a submersa por 15 minutos, em um recipiente de vidro, numa solução de água fervente, com uma colher de sopa de bicabornato de sódio e uma colher de vinagre de álcool. Esse processo aumenta a durabilidade da bucha vegetal e remove sujeiras e bactérias.

Milhões de esponjas são descartadas, anualmente, de forma incorreta e por terem um tempo indeterminado de decomposição, podem ocasionar consideráveis impactos ambientais. Pensando nesta demanda, a Scotch-Brite da 3M se uniu à TerraCycle para criar o Programa Nacional de Reciclagem de Esponjas, voltado à coleta e processamento desse resíduo.

Na UFSC, contamos com um ponto de coleta localizado no primeiro andar do prédio da Engenharia Ambiental e Sanitária, no Centro Tecnológico, em cima do coletor da Coleta Seletiva da UFSC.

 

Para saber mais, acesse os sites:

https://www.scotch-brite.com.br/3M/pt_BR/scotch-brite-br/terracycle/

https://www.ecycle.com.br/component/content/article/57-plastico/200-o-que-fazer-com-a-esponja-de-cozinha.html

https://www.ecycle.com.br/postos/reciclagem.php

https://www.terracycle.com/pt-BR/brigades/brigada-de-esponjas-scotch-brite#how-it-works

(esponjas de qualquer marca podem ser enviadas para este programa).

https://ufscsustentavel.ufsc.br/2018/09/25/ponto-de-coleta-de-esponjas-na-ufsc/

Estamos à disposição através do e-mail ambiental.ndi@gmail.com

Curso de Formação “O trabalho pedagógico na Educação Infantil: Artes Visuais, Literatura e Experiências Estéticas

24/09/2020 16:38

O Projeto  de Extensão NDI Comunidade, do Núcleo de Desenvolvimento Infantil da UFSC, informa que as inscrições para o curso de formação: “O trabalho pedagógico na Educação Infantil: Artes Visuais, Literatura e Experiências Estéticas” estão encerradas.

Para qualquer dúvida, estamos à disposição no e-mail: ndicomunidade@gmail.com

Projeto de Extensão Infância e Literatura – Grupo de Estudos Infância, Estética e Educação

18/09/2020 14:56

Em continuidade às apresentações dos Projetos de Pesquisa e Extensão desenvolvidos nessa instituição, compartilhamos informações relativas ao:

Grupo de Estudos Infância, Estética e Educação

O Grupo de Estudos Infância, Estética e Educação, surge da necessidade de maior articulação entre dois projetos de extensão desenvolvidos no interior do Núcleo de Desenvolvimento Infantil do Centro de Ciências da Educação desta Universidade: o Projeto Infância e Literatura: experiência estética e formação de pequenos leitores e o projeto Sobras de Arte: Laboratório interdisciplinar para formação estética docente. O primeiro, concentrado em ações de mediação de leitura literária e, o segundo, voltado às práticas vinculadas às artes visuais. Têm em comum o objetivo de atuar na formação de crianças pequenas (0 a 6 anos) e na formação de professores. Os projetos realizaram várias ações formativas conjuntas desde 2014.

No, entanto, desde 2019, com o desativamento do Projeto Sobras de Arte, o grupo de estudos segue vinculado aos propósitos do Projeto de Extensão Infância e Literatura: experiência estética e formação de pequenos leitores, focado em temáticas de base, como: relação entre infância e literatura, mediação de leitura literária, formação de leitores, dentre outras.

Para o presente ano, anuncia-se a articulação também com a pesquisa Mediação de leitura literária e formação de pequenos leitores e propõe-se a realização de encontros quinzenais de estudos em torno da temática da censura na literatura infantil brasileira. Os encontros terão a participação dos integrantes do projeto de extensão e de pesquisa supracitados, bem como de outros pesquisadores, professores e estudantes interessados na temática proposta.

Algumas questões têm mobilizado nossas discussões e impulsionado ações, tanto na educação das crianças (ensino), quanto na formação de professores (extensão) e têm servido como mote para nossos estudos: Que conhecimentos devem mobilizar os professores que atuam com crianças tão pequenas? Como estruturar os lugares e tempos para a experiência estética? Que critérios de seleção podem usar os professores para compor um acervo pensado para crianças pequenas? Que experiências podem ser propostas? Que interdições estão colocadas na literatura que é oferecida aos pequenos?

Espera-se contribuir para ampliar a constituição de bases teórico-metodológicas para o trabalho pedagógico com crianças de 0 a 6 anos em instituições de educação infantil, sobretudo no que diz respeito à formação de leitores e à articulação da literatura com outras áreas de conhecimento no contexto de educação de crianças pequenas. Pretende-se ainda fomentar a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão a partir de estudos e práticas pedagógicas que tenham como foco a relação entre os temas da infância e formação de leitores.

Integrantes: Caroline Machado (NDI/CED), Eduarda Sedrez Schollemberg (Letras/CCE), Juliete Schneider (NDI/CED), Letícia Cunha da Silva (NDI/CED), Lilane Maria de Moura Chagas (MEN/CED), Rodrigo Antonio Chioda (NDI/CED), Rosiane Pinto Machado (UMinho/Portugal;PPGE/UFSC), Rubia Vanessa Vicente Demétrio (NDI/CED).

Projeto de Extensão – Educação Ambiental no NDI

08/09/2020 15:43

O projeto de Educação Ambiental no NDI, dentre as diversas ações realizadas , procura incentivar o interesse e a criatividade infantil organizando propostas e brincadeiras a partir de elementos naturais e/ou brinquedos sustentáveis, buscando conscientizar, ainda, sobre a importância de refletirmos sobre a aquisição/consumo de brinquedos com impacto ambiental.

Pensando nisso, propomos a atividade a seguir, em que o único direcionamento é deixar a criatividade aflorar!

BRINCADEIRAS COM ELEMENTOS DA NATUREZA E REUTILIZÁVEIS

Para essa proposta, sugerimos coletar com as crianças diferentes elementos naturais como: folhas, flores e sementes variadas, gravetos, pedrinhas, penas, terra, entre outros. Também podem selecionar materiais reutilizáveis como tampinhas, aparas de lápis apontados, caixas, botões, restos de lã, entre outros. As crianças podem criar esculturas, elaborar representações com os elementos associados, sobre um pedaço de tecido, papel ou outro tipo de material, simplesmente dispondo os elementos ou colando-os (para conservar sua produção). Também poderão criar seus próprios brinquedos a partir desses elementos.

Veja como fazer sua própria cobra de espuma aqui.

Estamos à disposição no e-mail: ambiental.ndi@gmail.com

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